A claridade é livre interrogar que avança

António Ramos Rosa

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Agradecimentos

Ao longo de meses, semanas e dias lançamos opiniões e reflectimos.

Obrigado Julieta, Raquel e Ana pela colaboração na realização dos trabalhos!

Obrigado a todos por estes momentos muito digitais!

Dos riscos às oportunidades

A minha representação inicial sobre os medias digitais era dominada pelos riscos da Internet. Na verdade a percepção que tinha sobre os medias digitais era excessivamente focalizada na Internet.
Se continuo a pensar que os riscos continuam presentes, as discussões nos fóruns e a leitura dos vários documentos propostos permitiram ver um pouco mais no horizonte: as oportunidades e as multiplas ferramentas associadas aos medias digitais.

Expectativas e certezas

Desde do início, esta foi a minha “opção”, as expectativas eram elevadas porque partia com uma mescla de desconhecimento e curiosidade. Desconhecimento porque não tinha noção completa do que ia enfrentar e curiosidade porque o pouco que sabia era interessante e motivador.
Num balanço final considero que fiz a opção correcta que me alargou horizontes, motivando-me para outras leituras…

Reflexão IV: redes sociais

No trabalho sobre as redes sociais senti alguma dificuldade em encontrar a melhor metodologia para recolher as evidências de identidades sociais.
A primeira razão pode sentir alguma distância em relação a este modo de comunicação, preferindo outras redes sociais.
A segunda é dificuldade de explorar um ambiente com elevado nível de pluralidade, constituindo um campo de investigação com características específicas que vive de quem o utiliza.

Reflexão III: agir e promover a cidadania

A utilização dos medias digitais como recursos educativos é visto, muitas vezes, numa dimensão instrumental. O recurso é compreendido como um produto concluído pronto-a-utilizar.
O documento do tema 3 que analisei em conjunto com a Julieta despertou-me interesse pelas seguintes razões:
A importância da interacção entre alunos e educadores, jovens e adultos, nos processos de aprendizagem;
As competências cidadãs e a produção multimédia desenvolvem-se agindo e reflectindo;
Os medias digitais podem ser ferramentas de promoção das interacções educativas, cruzando diferentes tecnologias e suportes;
Estas ferramentas facilitam os processos de consciencialização cívica e de intervenção social.

Reflexão II: Construir identidades

Ao construir este blogue compreendi, ainda, melhor o significado dos textos que debatemos sobre a construção da identidade e da afirmação da personalidade dos jovens.
A oportunidade de construir a identidade sem alguns constrangimentos é uma parte das vantagens dos blogues, porque a sua concepção e actualização permite desenvolver competências de comunicação e as aptidões tecnológicas.
Seria ingénuo pensar que todos os blogues tem direito ao “reino dos céus”, mas o nosso papel é contribuir e promover as literacias e a cidadania crítica.

Reflexão I: Quem são eles?

O tema dos “nativos digitais” ou “geração google” já me tinha despertado a curiosidade através da intervenção de Daniel Cassany no Fórum RBE.
Os artigos de Prensky apresentam, de forma sistemática, o perfil dos potenciais alunos e utilizadores das bibliotecas escolares.
A nossa atitude com educadores é, por vezes, excessivamente ancorada na nossa experiência de vida ou formação académica, esquecendo ou recusando a possibilidade de existirem outros que já não vivem como nós.
A resposta às radicais mudanças sociais exigem a nossa compreensão, devendo este processo ser um motivo de enriquecimento pessoal, mas não podemos esquecer que as pontes não se constroem num único sentido.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A NUVEM SOBRE A PÁGINA

O nome deste blogue nasce do título homónimo de António Ramos Rosa.
Deste livro gosto de citar um verso “ A claridade é livre interrogar que avança” do poema “Atravessar o deserto”